Exposições Itinerantes

  • CISTER NO DOURO

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Totalmente sustentada por imagem e por uma sonoplastia capaz de envolver o visitante, “Cister no Douro” foi reconhecida no final de 2015 com o Prémio Reynaldo dos Santos, atribuído pela Federação dos Amigos dos Museus de Portugal à melhor exposição realizada em museus portugueses com o apoio de um grupo de amigos.

“Cister no Douro” cruza saberes sobre um conjunto notável de edifícios cistercienses instalados durante a Idade Média e o período moderno a sul do Douro: Tabosa, Arouca, São João de Tarouca, Santa Maria de Salzedas, São Pedro das Águias e Santa Maria de Aguiar.

Organizada pela Direção Regional de Cultura do Norte, Museu de Lamego e projeto Vale do Varosa, “Cister no Douro” assume-se como uma instalação multimédia itinerante, totalmente sustentada em imagem impressa e projetada, destinada a ser instalada em espaços públicos de grande afluência, divulgando a herança histórica, cultural, arquitetónica e artística legada pela presença da Ordem de Cister no Douro.

  • CAMINHOS DO FERRO E DA PRATA

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Caminhos do Ferro e da Prata” é uma exposição que reflete a inegável importância histórica da construção da via-férrea do Douro e Minho, numa coleção de fotografias reunidas num álbum originalmente concebido para a sua apresentação pública. De elevada qualidade técnica e artística, a importância deste conjunto vai muito para além dos interesses específicos do transporte ferroviário, por toda a informação que encerra ao nível da paisagem, arquitetura, traje, alfaias, embarcações e costumes.

Ao todo são 63 imagens, na sua grande maioria em fototipia, assinadas por Emilio Biel, Antiga Casa Fritz.

Numa ocasião festiva de grande significado, a empresa dos caminhos-de-ferro terá promovido a realização de um Álbum Fotográfico, certamente no Inverno de 1887 em que se concluiu a Linha do Douro, ao encontro com Espanha na ponte internacional. A beleza das imagens, o percurso ao longo do rio Douro, os aspetos históricos e etnográficos, o caráter da região e as tradições internacionais da zona demarcada fazem desta coleção fotográfica um conjunto único, tornado acessível ao grande público através da sua exposição e edição de respetivo catálogo, premiado com uma menção honrosa pela APOM – Associação Portuguesa de Museologia.

Em itinerância desde 2013, está desde 2017 a itinerar apenas em formato de reprodução, por motivos de conservação dos originais. Já em 2018, foi lançado o número 7 da revista INventa MUSEU que marcou o fim do depósito temporário no museu do espólio fotográfico “Mascarenhas Gaivão”.